Sempre Que Lá Vou

Sempre que lá vou tudo muda

Os carimbos nas bandagens os títulos
Dos professores de água


O retrato de Glare as razões para
O luto branco


Em novas rochas sentam-se novos insectos
Com as luzes apagadas
E de novo recordo que o começo

Está quebrado

Não admira que os endereços estejam rasgados

E para lá vou comendo o silêncio dos animais
Oferecendo neve à escuridão

Hoje é de poucos e amanhã é de ninguém




W. S. Merwin poems | Poemhunter.com
The World's Poetry Archive, 2004.
Versão Portuguesa © Luísa Vinuesa 

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