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IV. Nonas

  O que sabemos ser impossível, Embora repetidamente predito    Por eremitas selvagens, por xamã e sibilas Balbuciando em seus transes,    Ou revelado a uma criança em alguma rima casual Como  desejar  e  mata r , acontece    Antes que percebamos: ficamos surpreendidos Com a facilidade e velocidade da nossa acção    E inquietos: Ainda são três horas, Meio da tarde, mas o sangue    Do nosso sacrifício já está Seco na relva; não estamos preparados    Para um silêncio tão repentino e tão breve; O dia está muito quente, muito claro, muito calmo,    Sempre, os mortos permanecem como nada.    O que faremos até ao anoitecer? O vento afrouxoue perdemos o nosso público.    Os muitos sem rosto que sempre Se juntam quando qualquer mundo está para ser destruído,    Explodido, queimado, rachado, Derrubado, serrado em dois, cortad...