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Uma Voz vinda da Lareira

Como uma dentadura numa loja de piadas o destino aproxima-se, inclina-se silenciosamente. Vamos ver... Além disso, havia a última cláusula que fazia sentido, o que significa que não poderíamos comparar ao que nos estava a acontecer no quarteirão. Aproximamo-nos com alguma hesitação: Deixem o “não me atrevo” esperar pelo “eu faria”. Não foi em Abril? Não era mais provável que as coisas durassem nesta ou em qualquer outra estação? Rimas de que gostamos. Mais do que ritmo, proporcionam um salva-vidas para saídas embaraçosas. Hum, um dia seremos também adultos, as luzes da secretária não substituem a barcaça enquanto se aproxima da esquina das avenidas. Bem, transpiramos muito. O que equivale à auto-importância. Se o mar é vernáculo só os heróis o podem descrever. Porque é que não me caças um? Parece que todos correram para o outro lado do convés, provocando alarme. O vento encolheu os trapos que restaram. Espera um minuto, vamos levar-te para cima. Não faz sentido...