Credo
Eu canto a vontade de amar: a vontade que esculpe a vontade de viver, a vontade que destrói a vontade de ferir, a vontade que mata a vontade de morrer, a vontade que te fez e mantém aquecido, a vontade que aponta os seus olhos adiante, a vontade que te faz dar, não receber, um dar e receber que nos diga quem és tu: em que medida deus, em que medida humano. Eu invoco-te a viver a vontade de amar. Alfred Kreymborg MUSHROOMS: A Book of Free Forms Editado por John Marshall, Co, Ltd, 1916. Versão Portuguesa © Luísa Vinuesa