Azul Fragmentário

Por que dar relevo ao azul fragmentário
Aqui e ali um pássaro, ou borboleta,
Ou flor, ou pedra, ou olho aberto,
Quando o céu se desdobra num tom sólido?

Se a terra é terra, talvez, não o céu (ainda) -
Apesar de certos sábios fundirem céu e terra;
E o azul tanto acima de nós tão alto cresce,
Isso apenas aguça o nosso desejo de azul.




Complete Poems of Robert Frost
Holt, Rinehart and Winston, 1964.
Versão Portuguesa © Luísa Vinuesa



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Adaptação do poema a verso livre.  (NdT)

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