Todos os Santos

Agora, esta paisagem está a reunir-se.
As colinas escurecem. Os bois
Dormem no seu jugo azul,
Os campos tendo sido
colhidos limpos, os feixes
uniformemente atados e empilhadas na beira
da estrada
Entre o quinquefólio, enquanto se ergue 
a lua dentada: 

Esta é a esterilidade
da colheita ou pestilência
E a esposa debruçando-se sobre a janela
Com a mão estendida, como em pagamento,
E as sementes
Distinto, ouro, chamando
Vem aqui,
Vem aqui, pequenina. 

E a alma sai furtiva para fora da árvore.




Louise Glück poems | Poemhunter.com 
The World's Poetry Archive, 2004.
Versão Portuguesa © Luísa Vinuesa 

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