Acordar em Nova York
Cortinas a forçar a sua vontade
contra o vento,
As crianças dormem,
trocando sonhos com
serafins. A cidade
arrasta-se acordada
nos carris de metro; e
eu, um alarme, acordada como um
rumor de guerra,
permaneço deitada até ao amanhecer,
não solicitada e ignorada.
Maya Angelou poems | Poemhunter
The World's Poetry Archive, 2012.
Versão Portuguesa © Luísa Vinuesa.